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Daiva 150 10mg/ml Com 01 Ampola de 1ml

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Para que serve Dáiva

Anticoncepcional injetável de uso mensal.

Dáiva pode ser utilizado também no controle das irregularidades menstruais e como medicação supletiva estrógeno - progestacional, a critério médico.

Como funciona Dáiva?

Dáiva é um contraceptivo hormonal injetável para uso em dose única mensal, devendo ser utilizado somente sob orientação médica.

Como Usar Dáiva

Uma ampola por via intraglútea profunda entre o 7o e 10o dia, de preferência no 8o dia, a partir do início de cada menstruação.

Deve ser aplicado com agulha 30x7 ou 30x8 na região glútea, profundamente.

Contar o primeiro dia de sangramento menstrual como dia número um. Não massagear o local da aplicação. Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do produto fica comprometida.

Apesar de Dáiva ser altamente eficaz, a prática e os estudos têm mostrado que podem ocorrer casos de gravidez, uma vez que, como todos os demais métodos de contracepção, também este não protege 100% das mulheres.

A ocorrência destes casos de gravidez resulta de falhas do próprio método contraceptivo e/ou de outros fatores não relacionados ao medicamento.

Estes estudos mostram que podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.

Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Contraindicação de Dáiva

Constituem contra-indicações absolutas:

  • Complicações séricas associadas ao uso de contraceptivos hormonais no passado.
  • Gavidez ou suspeita de gravidez.
  • Amamentação (menos de 6 semanas pós-parto).
  • Hipertensão, cardiopatias, diabete melito com alterações vasculares, nefropatia, retinopatia, neuropatia ou outras doenças vasculares ou diabete com mais de 20 anos de duração.
  • Glaucoma.
  • Antecedentes de processos flebíticos.
  • Trombóticos ou tromboembólicos e varizes importantes.
  • Sangramento genital de causa desconhecida.
  • Tumor ginecológico ou de mama.
  • Neoplasias benignas hormônio-dependentes.
  • Neoplasias malignas.
  • Hepatopatia em atividade.
  • Tumores malígnos no fígado.
  • Anemia falciforme.
  • Epilepsia.
  • Colagenose com lesão visceral ou vascular.
  • Pré e pós-operatório, mulheres passíveis de imobilização (p. ex., após acidentes).
  • História de icterícia.
  • Prurido grave.
  • Coréia ou herpes em gestação anterior.

Constituem contra-indicações relativas:

  • Galactorréia.
  • Obesidade.
  • Hiperlipidemias.
  • Tabagismo.
  • Irregularidades menstruais frequentes.
  • Colecistopatias.
  • Cefaléias severas (recorrentes, incluindo enxaqueca) com sintoma neurológico focal.

Dáiva não deve ser usado na presença de conhecida hipersensibilidade às substâncias ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

O produto não deve ser usado durante a gravidez e o período de lactação.

Precauções

Antes de iniciar o emprego de Dáiva, ou qualquer outro contraceptivo hormonal, assim como periodicamente durante o seu uso, recomenda-se um exame geral completo, com minuciosa investigação ginecológica. Deve-se dedicar atenção especial à pressão arterial, mamas, abdome e órgãos pélvicos, incluindo esfregaço de Papanicolau. Deve-se evitar o uso do produto em adolescentes que ainda não apresentem ciclos menstruais em ritmo regular.

Dáiva inibe a ovulação de maneira transitória e não é causa de esterilidade a posteriori. No entanto, deve-se ter em conta que, como ocorre com outros anticoncepcionais hormonais, o ciclo ovuIatório natural pode ser interrompido por 2 a 3 meses após a suspensão do tratamento.

Nos seguintes casos, o risco de uso de Dáiva geralmente supera os benefícios:

  • Fumante intensa (> 20 cigarros por dia) com mais de 35 anos de idade.
  • Amamentação (6 semanas a 6 meses pós- parto).
  • < 21 dias pós-parto e não amamentando.
  • Antecedentes de câncer de mama.
  • Sangramento vaginal de causa desconhecida.
  • Antecedentes de hipertensão grave.
  • Hiperlipidemias conhecidas.
  • Uso de certos antibióticos e anticonvulsivantes.
  • Cirrose grave (descompensada).
  • Tumores malignos de fígado.

Nestes casos, o uso da droga requer cuidadoso julgamento clínico, levando-se em conta a gravidade do caso e a disponibilidade, praticidade e aceitabilidade de métodos alternativos de contracepção, bem como rigoroso acompanhamento médico.

Por outro lado, há condições que não restringem o uso de contraceptivos combinados injetáveis, tais como: Dáiva. Nestas condições, os benefícios do uso de Dáiva geralmente superam os potenciais riscos para a paciente.

Entretanto, um rigoroso acompanhamento médico é indispensável quando se usa Dáiva em pacientes nas seguintes condições:

  • Idade acima de 40 anos.
  • Fumantes com menos de 35 anos de idade ou fumante leve com mais de 35 anos.
  • Cfaléias (incluindo enxaqueca sem sintoma neurológico focal).
  • Amamentação (> 6 meses pós-parto).
  • Doença mamária não diagnosticada.
  • Neoplasia cervical intraepitelial ou câncer.
  • Histórico de colestase (gravidez, relacionada a contraceptivos combinados orais ou injetáveis).

Em um restrito grupo de mulheres susceptíveis, a coIestase relacionada ao uso de contraceptivos orais combinados no passado pode predizer uma futura coIestase relacionada com:

  • Estrógeno.
  • Doença do trato biliar em curso ou antecedente.
  • Cirrose moderada (compensada).
  • Doença valvular do coração sem complicações.
  • Hipertensão moderada.
  • Tromboflebite superficial.
  • Talassemia.
  • Anemia falciforme.
  • Diabetes sem complicações.
  • Cirurgias grandes sem imobilização prolongada.

O uso destes medicamentos pode afetar avaliações endócrinas e, possivelmente, testes da função hepática. Portanto, se esses testes estiverem anormais em uma paciente, o uso do produto deve ser descontinuado e os testes repetidos 2 meses após a suspensão. As pacientes usuárias do medicamento podem apresentar distúrbios do metabolismo do triptofano, o que pode resultar em relativa deficiência de piridoxina; não obstante, o significado clínico deste evento ainda não foi determinado. Os níveis séricos de folatos podem ser deprimidos pelo uso do medicamento. Mulheres que engravidam pouco depois de interromper o uso de contraceptivos hormonais têm maior probabilidade de desenvolver deficiência de folato e complicações a eles atribuídas. Pacientes com antecedentes de depressão psíquica devem ser cuidadosamente observadas e o uso do medicamento ser descontinuado se a depressão reaparecer em grau importante. As associações de estrógeno com gestágeno podem apresentar efeitos sobre o metabolismo dos hidratos de carbono e dos lipídios (diminuição da tolerância à glicose; aIteração dos níveis séricos de triglicérides, de fosfoIipídios, de diversas frações de coIesteroI, etc). Por este motivo, a administração de Dáiva ou de outros anticoncepcionais hormonais a mulheres portadoras de diabete, pré-diabete ou dislipidemias requer controle e vigilância contínua. Está bem estabelecido um aumento do risco de doenças trombóticas e tromboembólicas associado ao uso de anovulatórios em geral.

O médico deve estar alerta às manifestações precoces destes distúrbios (p.ex. tromboflebites, embolia pulmonar, ocIusão coronariana, etc). Em casos de suspeita de alguma dessas manifestações, o uso do medicamento deve ser interrompido.

O hábito de fumar aumenta o risco de efeitos adversos cardiovasculares sérios dos anovulalórios. Este risco aumenta com a idade e o fumo intenso (15 ou mais cigarros por dia) e é mais acentuado em mulheres acima de 35 anos de idade.

Recomenda-se que as mulheres tratadas com contraceptivos hormonais de qualquer tipo não fumem.

Foi relatado um aumento da pressão arterial em pacientes tomando anovulatórios, podendo em algumas mulheres ocorrer hipertensão poucos meses após o início do uso de tais produtos.

Também aumenta o risco de doenças da vesícula biliar em usuárias de anovulatórios ou de estrógenos. Relata-se um risco de complicações tromboembólicas pós-cirúrgicas 4 a 6 vezes maior em usuárias de anovulatórios. Por este motivo, sempre que possível, o uso do medicamento deve ser descontinuado pelo menos 1 mês antes de uma cirurgia associada a risco aumentado de tromboembolismo.

Interações medicamentosas

Tal como sucede com os anticoncepcionais hormonais em geral, o uso concomitante de Dáiva (estradiol) com rifampicina, hidantoínas, barbituratos, antibióticos penicilânicos, cloranfenicol, griseofulvina, fenitoína, carbamazepina, primidona, isoniazida, nitrofurantoína, sulfonamidas e tetraciclinas pode reduzir a efi cácia contraceptiva do produto ou provocar irregularidades menstruais. Da mesma forma, os anticoncepcionais hormonais podem alterar a efi cácia de anticonvulsivantes, anti-hipertensivos, hipnóticos, hipoglicemiantes, anticoagulantes e antidepressivos.

População Especial

Gravidez e lactação

Contra-indicado na gravidez. Pouco se sabe sobre efeitos ao feto se forem usados contraceptivos injetáveis combinados durante a gravidez.

A administração de anovulatórios no período pós-parto pode interferir com a Iactação; pode ocorrer uma diminuição na quantidade e na qualidade do leite materno. Além disso, identificou-se uma pequena fração dos componentes hormonais dos anovulatórios no leite das mães que os utilizaram; entretanto, um efeito sobre a criança amamentada, se existente, não foi constatado.

Em aproximadamente 3 semanas após o parto, a coagulação sanguínea e a fibrinólise normalizam-se essencialmente e o Dáiva pode normalmente ser usado a partir daí em mulheres que não estejam amamentando.

O produto não deve ser usado durante a gravidez e o período de lactação.

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.

Composição

Cada ampola de 1 ml contém:

Algestona acetonida 150mg
Enantato de estradiol 10mg
Excipientes qsp 1mL

Excipientes: Álcool benzílico, benzoato de benzila e óleo de gergelim.

Superdosagem

Desconhecem-se casos de superdosagem e reações adversas graves correlatas. Entretanto, em tais casos podem-se esperar náusea, vômito, mastodinia, cefaléias, retenção hidrossalina, alteração do sangramento endometrial e amenorréia. Como não existem antídotos específicos, recomenda-se manter a pessoa afetada em observação, sob controle médico estrito e tratamento sintomático.

Mais informações

Código do produto: 48811
Marca: Daiva
EAN: 7899640804306
Tipo de Medicamento: Similar Intercambiável
Registro MS: 1942700140016
Classe Terapêutica: Outros Hormônios Contraceptivos Sistêmicos
Princípio Ativo: Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Dáiva é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula
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