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Celecoxibe 200mg Com 30 Cápsulas Genérico Teuto
Celecoxibe 200mg Com 30 Cápsulas Genérico Teuto

Celecoxibe 200mg Com 30 Cápsulas Genérico Teuto

Código: 80834
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Para que serve Celecoxibe Teuto

Celecoxibe (substância ativa) está indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da:

Como Usar Celecoxibe Teuto

O Celecoxibe (substância ativa) nas doses de até 200mg duas vezes ao dia pode ser administrado com ou sem alimentos.

Uma vez que os riscos cardiovasculares de Celecoxibe (substância ativa) podem aumentar com a dose e a duração do tratamento, deve ser usada a menor dose diária eficaz durante o menor período possível.

Uso em Adultos 

Uso para o tratamento de dor aguda

Analgesia aguda (pós operatório e doenças musculoesqueléticas, tais como, lombalgia, entorses, por exemplo)

A dose recomendada de Celecoxibe (substância ativa) é de 400mg, inicialmente, seguidos de uma dose de 200mg por via oral, após 12 horas se necessário, no primeiro dia do tratamento. Nos dias subsequentes, administrar 200mg duas vezes ao dia, conforme necessário. Nos estudos de eficácia e segurança nessas indicações a medicação foi utilizada por até 15 dias.

Tratamento da dismenorreia primária

A dose recomendada de Celecoxibe (substância ativa) é de 400mg, inicialmente, seguidos de uma dose de 200mg, após 12 horas se necessário, por via oral, no primeiro dia do tratamento. Nos dias subsequentes, a dose recomendada é de 200mg duas vezes ao dia, conforme necessário, o que geralmente são 3 dias. 

Dias subsequentes

400mg (2 cápsulas de 200mg)
+
200mg (se necessário)

200mg duas vezes ao dia (conforme necessário)

Uso para o tratamento de dor crônica

Todo anti-inflamatório deve ser usado na sua menor dose diária eficaz durante o menor período possível, inclusive no manejo de doenças crônicas. O tempo adequado deve ser decisão do médico.

Tratamento Sintomático da Osteoartrite (OA)

A dose recomendada de Celecoxibe (substância ativa) é de 200mg administrado em dose única por via oral.

Tratamento Sintomático da Artrite Reumatoide (AR)

A dose recomendada de Celecoxibe (substância ativa) é de 200mg duas vezes ao dia por via oral

Espondilite anquilosante (EA)

A dose recomendada de Celecoxibe (substância ativa) é de 200mg administrado em dose única por via oral. Alguns pacientes apresentaram benefícios com uma dose diária total de 400mg.

Deficiência de metabolizadores CYP2C9

O Celecoxibe (substância ativa) deve ser administrado com cautela a pacientes com deficiência ou suspeita de deficiência de metabolizadores CYP2C9 baseado na história prévia/experiência com outros substratos CYP2C9. Considerar o início de tratamento com a metade da menor dose recomendada.

Lombalgia

A dose recomendada de Celecoxibe (substância ativa) é de 200mg ou 400mg diários, administrados como dose única de 200mg, ou duas vezes ao dia em doses de 200mg. Alguns pacientes podem se beneficiar de dose diária total de 400mg. 

Uso em Idosos

Geralmente, não há necessidade de ajuste de dose. No entanto, em pacientes idosos pesando menos de 50kg é aconselhável iniciar a terapia com a menor dose recomendada.

Insuficiência Hepática

Não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve (classe A de Child Pugh).

Iniciar Celecoxibe (substância ativa) com a menor dose recomendada em pacientes com artrite ou dor com insuficiência hepática moderada (classe B de Child Pugh).

Pacientes com insuficiência hepática grave (classe C de Child Pugh) não foram estudados. O uso de Celecoxibe (substância ativa) em pacientes com insuficiência grave não é recomendado.

Insuficiência Renal

Não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada. Não existe experiência clínica em pacientes com comprometimento renal grave.

Coadministração com fluconazol

O Celecoxibe (substância ativa) deve ser iniciado com a menor dose recomendada a pacientes sob tratamento com fluconazol, um inibidor da CYP2C9. Deve-se ter cautela quando outros inibidores da CYP2C9 são coadministrados com Celecoxibe (substância ativa).

Uso em Pacientes Pediátricos

O Celecoxibe (substância ativa) não foi estudado em pacientes menores de 18 anos de idade.

Contraindicação de Celecoxibe Teuto

O Celecoxibe (substância ativa) é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade ao Celecoxibe (substância ativa) ou a qualquer componente da fórmula. O Celecoxibe (substância ativa) é contraindicado, também, a pacientes com hipersensibilidade a sulfonamidas.

O Celecoxibe (substância ativa) não deve ser administrado a pacientes que tenham apresentado asma, urticária ou reações alérgicas após uso de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo outros inibidores específicos da ciclooxigenase 2 (COX-2). Reações graves, algumas fatais, foram descritas em tais pacientes.

Não deve ser administrado a pacientes com doenças hepáticas e com insuficiência renal grave.

O Celecoxibe (substância ativa) é contraindicado no tratamento da dor peri-operatória em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio.

Precauções

Efeitos Cardiovasculares

Eventos cardiovasculares trombóticos

Celecoxibe (substância ativa) pode causar um aumento no risco de eventos cardiovasculares (CV) trombóticos graves, infarto do miocárdio (IM) e acidente vascular encefálico, que pode ser fatal. Todos os anti-inflamatórios não esteroides podem ter um risco similar. Este risco pode aumentar com a dose, duração do tratamento e fator de risco cardiovascular basal. Pacientes com história médica conhecida de doença cardiovascular podem estar sob um risco maior. Para minimizar o risco potencial para um evento adverso cardiovascular em pacientes tratados com Celecoxibe (substância ativa), deve-se usar a menor dose eficaz pelo menor período possível. Médicos e pacientes devem permanecer alertas para o desenvolvimento de tais eventos, mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se estes ocorrerem.

Foi observada incidência aumentada de infarto do miocárdio e acidente vascular encefálico em dois grandes estudos clínicos, controlados, com um anti-inflamatório não esteroide, seletivo para COX-2 diferente de Celecoxibe (substância ativa), para o tratamento da dor nos primeiros 10-14 dias após cirurgia de revascularização do miocárdio.

O Celecoxibe (substância ativa) não é um substituto do ácido acetilsalicílico na profilaxia de doença cardiovascular tromboembólica devido à falta de efeitos sobre a função plaquetária. Uma vez que o Celecoxibe (substância ativa) não inibe a agregação plaquetária, a terapia antiplaquetária (por ex., ácido acetilsalicílico) não deve ser descontinuada.

Hipertensão

Assim como ocorre com todos os AINEs, Celecoxibe (substância ativa) pode levar ao início de uma nova hipertensão ou piora da hipertensão preexistente, das quais podem contribuir para um aumento na incidência de eventos cardiovasculares. AINEs, incluindo Celecoxibe (substância ativa), devem ser usados com cautela em pacientes com hipertensão. A pressão sanguínea deve ser cuidadosamente monitorada no início e durante a terapia com Celecoxibe (substância ativa).

Retenção hídrica e edema

Assim como ocorre com outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas, observou-se retenção hídrica e edema em pacientes recebendo Celecoxibe (substância ativa). Portanto, pacientes com insuficiência cardíaca congestiva ou hipertensão preexistente devem ser cuidadosamente monitorados. O Celecoxibe (substância ativa) deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida, edema preexistente, ou outras condições que predisponham ou piorem a retenção hídrica, incluindo aqueles que fazem uso de diuréticos, ou sob risco de hipovolemia.

Efeitos gastrintestinais (GI)

Perfurações, úlceras ou hemorragias gastrintestinais altas e baixas ocorreram em pacientes tratados com Celecoxibe (substância ativa). Pacientes com maior risco para o desenvolvimento dessas complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes em uso concomitante de ácido acetilsalicílico, glicocorticoides ou outros AINEs, pacientes que fazem uso de álcool ou pacientes com história de doença gastrintestinal prévia ou doença ativa, tais como úlceras, hemorragia gastrintestinal ou condições inflamatórias. A maior parte dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais aconteceu em idosos ou pacientes debilitados.

Embora se tenha demonstrado redução significativa do risco de desenvolvimento de complicações gastrintestinais comumente associadas ao uso de anti-inflamatórios, este risco não é completamente eliminado pelo uso de Celecoxibe (substância ativa).

Para se reduzir o risco potencial de um efeito adverso GI, deve ser utilizada a menor dose eficaz durante o menor período de tempo possível. 

Efeitos renais

AINEs, incluindo Celecoxibe (substância ativa), podem causar toxicidade renal. Estudos clínicos com Celecoxibe (substância ativa) mostraram efeitos renais similares àqueles observados com um AINEs comparativo. Pacientes sob um risco maior de toxicidade renal são aqueles com insuficiência renal, insuficiência cardíaca, disfunção hepática e os idosos.

Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com Celecoxibe (substância ativa). Deve-se ter cuidado ao iniciar o tratamento em pacientes com desidratação. É aconselhável reidratar o paciente antes de iniciar o tratamento com Celecoxibe (substância ativa).

Doença renal avançada

A função renal deve ser cuidadosamente monitorada em pacientes com doença renal avançada em uso de Celecoxibe (substância ativa).

Reações anafilactoides

Assim como ocorre com AINEs em geral, reações anafilactoides ocorreram em pacientes expostos ao Celecoxibe (substância ativa).

Reações graves na pele

Reações graves na pele, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação ao uso de Celecoxibe (substância ativa). Os pacientes parecem ter um risco maior para estes eventos logo no início da terapia, o início do evento ocorre na maioria dos casos dentro do primeiro mês de tratamento. O uso de Celecoxibe (substância ativa) deve ser descontinuado ao primeiro aparecimento de rash cutâneo, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos hepáticos

Pacientes com insuficiência hepática grave (classe C de Child-Pugh) não foram estudados. O uso de Celecoxibe (substância ativa) em pacientes com insuficiência hepática grave não é recomendado. Pacientes com insuficiência hepática moderada deve utilizar Celecoxibe (substância ativa) com cuidado (classe B de Child-Pugh), sendo iniciado com a menor dose recomendada.

Raros casos de reações hepáticas severas, incluindo hepatite fulminante (algumas com consequência fatal), necrose do fígado e falência hepática (algumas com consequências fatais ou que requerem transplante de fígado) foram relatados com Celecoxibe (substância ativa).

Um paciente com sinais e/ou sintomas de disfunção hepática, ou que tenha apresentado teste de função hepática anormal, deve ser monitorado cuidadosamente em relação à evidência de desenvolvimento de alteração hepática mais grave enquanto estiver em tratamento com Celecoxibe (substância ativa). 

Uso com anticoagulantes orais

O uso concomitante de AINEs com anticoagulantes orais aumenta o risco de hemorragia e deve ser administrado com cautela. Anticoagulantes orais incluem varfarina/tipo cumarínico e novos anticoagulantes orais (por exemplo apixabana, dabigatrana e rivaroxabana). Em pacientes em terapia concomitante com varfarina ou agentes similares, eventos hemorrágicos sérios, alguns deles fatais, foram relatados. Uma vez que aumento do tempo de protrombina (INR) foi relatado, a anticoagulação/INR deve ser monitorada em pacientes utilizando varfarina/anticoagulante tipo-cumarínico após o início do tratamento com Celecoxibe (substância ativa) ou após mudança de dose.

Geral

Por reduzir a inflamação, Celecoxibe (substância ativa) pode reduzir a utilidade de sinais diagnósticos, como febre, na detecção de infecções.

O uso concomitante de Celecoxibe (substância ativa) e um AINE, diferente do ácido acetilsalicílico deve ser evitado.

Inibição do CYP2D6

O Celecoxibe (substância ativa) demonstrou ser um inibidor moderadamente potente do CYP2D6. Para os medicamentos que são metabolizados por CYP2D6, pode ser necessário uma redução da dose durante o início do tratamento com Celecoxibe (substância ativa) ou um aumento da dose após o término do tratamento com Celecoxibe (substância ativa).

Uso em Crianças

Não foram avaliadas a segurança e a eficácia em indivíduos abaixo de 18 anos de idade.

Fertilidade

Baseado no mecanismo de ação, o uso de AINEs, incluindo o Celecoxibe (substância ativa), pode retardar ou prevenir a ruptura de folículos ovarianos, o que pode estar associado com a infertilidade reversível em algumas mulheres. Nas mulheres que apresentam dificuldade em engravidar ou que estão passando por uma investigação da infertilidade, a retirada de AINEs, incluindo o Celecoxibe (substância ativa), deve ser considerada. 

Uso durante a Gravidez

Não existem estudos em gestantes humanas. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. A relevância destes dados para humanos não é conhecida.

Assim como ocorre com outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas, Celecoxibe (substância ativa) pode causar inércia uterina e fechamento prematuro do ducto arterioso e deve ser evitado durante o terceiro trimestre da gravidez.

O Celecoxibe (substância ativa) deve ser usado durante a gravidez apenas se, a critério médico, o potencial benefício justificar o risco potencial para o feto.

A inibição da síntese de prostaglandinas pode afetar adversamente a gravidez. Dados de estudos epidemiológicos sugerem um risco aumentado de aborto espontâneo após o uso de inibidores da síntese de prostaglandinas no início da gravidez. Em animais, a administração de inibidores da síntese de prostaglandinas tem sido relacionada ao aumento de perda pré e pós-implantação.

Se usado durante o segundo ou terceiro trimestre da gravidez, os AINEs podem causar disfunção renal fetal que pode resultar na redução do volume de líquido amniótico ou oligoidrâmnio em casos graves. Tais efeitos podem ocorrer logo após o início do tratamento e são geralmente reversíveis. As mulheres grávidas utilizando Celecoxibe (substância ativa) devem ser cuidadosamente monitoradas quanto ao volume de líquido amniótico.

Uso durante a Lactação

Estudos em ratas demonstraram que o Celecoxibe (substância ativa) é excretado no leite em concentrações semelhantes às do plasma. A administração de Celecoxibe (substância ativa) a lactantes apresentou baixa excreção de Celecoxibe (substância ativa) no leite materno.
Devido à possibilidade de reações adversas em lactentes pelo Celecoxibe (substância ativa), o médico deve tomar uma decisão quanto a interromper o aleitamento ou suspender o uso do medicamento, considerando a importância desse para a mãe. 

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Celecoxibe (substância ativa) na habilidade de dirigir ou de operar máquinas não foi estudado, mas, considerando suas propriedades farmacodinâmicas e perfil de segurança como um todo, é improvável que haja efeitos sobre essas habilidades.

Mais informações

Código do produto: 80834
Marca: TEUTO GENÉRICO
EAN: 7896112164845
Tipo de Medicamento: Genérico
Registro MS: 1037005980121
Classe Terapêutica: Coxibs
Princípio Ativo: Celecoxibe
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Celecoxibe Teuto é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula
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